Claudete, A Secretária Gostosa

Esse é meu segundo conto, espero que gostem.

Esse episódio aconteceu emNessa época, minha esposa estudava a noite e eu a deixava na escola e ficava perambulando pela rua, aguardando o horário de busca-la. Às vezes ia na casa de algum amigo, sentava em algum barzinho, etc.

A menina que trabalhava no nosso escritório não era muito bonita de rosto, mas tinha um corpinho muito gostoso, coxas grossas, seios médios e pra cima, cinturinha fina… uma “Raimundinha”. Rsrsrs

Ela namorava um rapaz e tinha caso com um coroa influente na cidade, riquíssimo, que bancava ela em tudo. Roupas, sapatos, pagava contas dela, e tudo mais que ela desejasse. Por esse motivo, nunca tentei uma aproximação mais incisiva, algo mais sério, mas sempre deixava uns elogios soltos, do tipo: nossa, vc ficou linda nessa roupinha apertada, realçou suas pernas… e por aí vai.

Um belo dia, ao deixar minha esposa na escola, passando por uma praça da cidade, Claudete (nome fictício bem próximo do original) estava num ponto de ônibus. Parei e lhe ofereci carona.

Ela entrou no carro, conversamos um pouco e ela disse que tinha saído mais cedo da aula pois estava cansada. Perguntei se ela estava com pressa de ir embora, e ela disse não.

Fui com o carro pela orla da cidade e disse que iria leva-la a um lugar lindo, com uma bela vista da lua contrastando com o rio. Peguei um aterro recém construído – que por ser deserto e escuro, tinha virado motel disfarçado – e segui até a curva que fica já quase no final, e parei.

Descemos do carro, sentamos no capô e vimos que realmente a lua estava linda, refletindo no rio. Uma bela paisagem. Falei pra ela, chegando meu rosto próximo ao dela:

– Gostou da paisagem? Bem romântica, né?

Nem esperei resposta, puxei pra junto de mim e a beijei.

Ficamos nos amassos uns minutinhos, mão boba pra todo lado e quando dei por mim, ela já estava mamando meu kct. Que boca deliciosa, que chupada maravilhosa!!!

Como sempre passava algum carro, entramos no carro e continuamos a putaria. Mamei naqueles peitos lindos, duros e empinados, biquinhos marrons e fui acariciando a xoxota, por cima da calça. Meu kct latejava de tesão. Tirei a calça dela e vi aquela bucetinha bem depilada, só com um risquinho em cima e falei:

– Que coisinha linda!!!

Com muito sacrifício consegui me encaixar entre o banco e o painel do carro e meti a boca. Chupei igual criança chupando manga… me deliciei naquela buceta cheirosa e quente. Me ajeitei entre suas coxas e mirei o kct na portinha da xerequinha ensopada. E fui metendo devagar, sentindo cada centímetro ser engolido pela gruta quente e úmida. Meti muito, ela gozava demais e gemia gostoso no kct. Nunca eu iria imaginar que aquela menina, com carinha de inocente e que quase não dava abertura pra piadinhas mais safadas era uma putinha deliciosa no kct. Quase não acreditava que estava fudendo naquele paraíso.

Ainda me lembro como se fosse hoje, o cheiro doce que exalava daquela buceta gostosa e a respiração ofegante dela a cada estocada que eu dava. Aí começava a minha era de putaria com Claudete.

Após gozarmos, levei ela pra casa, passei em casa, tomei um banho e busquei minha esposa, com a lembrança de Claudete na mente.

No outro dia, ela chegou pra trabalhar, como se nada tivesse acontecido, nos cumprimentamos, ela foi pra mesa dela e quase não olhava pra mim, mas dava pra perceber o tesão e a tensão no ambiente. Até que criei coragem, olhei pra ela e perguntei:

– Gostou do passeio ontem?

– Adorei. Pena que foi rápido e me pegou meio de surpresa.

Me aproximei dela e disse poderíamos repetir sempre que ela quisesse.

Então, nos dias que se passaram, ela matava aula e a gente se encontrava quase todo dia. Gastei uma grana violenta em motel, mas meti muito na safada. E o trabalho ficou melhor também, pois no fundo do escritório, tinha um armário grande, onde ficavam os papéis das copiadoras, eu abria as duas portas, ela ajoelhava entre as portas e chupava meu kct. Pra quem passasse na rua ou olhasse lá pra dentro, eu estava mexendo no armário. Fizemos muitas loucuras.

Numa dessas saídas, pedi pra Claudete liberar o cuzinho. Ela disse que não aguentaria meu kct lá, que ia doer e ainda era virgem do cuzinho, etc. Com jeitinho fui convencendo e ela resolveu experimentar. Peguei um lubrificante na mesinha do motel, passei bastante no rabinho dela e no meu kct. Apontei na portinha e forcei. Ela travou!! Falei pra relaxar, que se apertasse iria doer mesmo. Ela foi relaxando e cada vez que eu sentia relaxando metia um pouco. Até que a cabeça entrou. Ela deu um gemido alto, passei mais lubrificante no kct e em volta do anelzinho dela e forcei mais um pouco e o kct escorregou gostoso pra dentro. Fiquei quieto e pedi pra ela relaxar e se acostumar com o kct dentro do cuzinho. Então comecei a mexer, devagar, socando de leve, pra entrar mais e mais. Enquanto metia no cuzinho dela, acariciava a xaninha, metendo dois dedos nela. Essa mulher gozou igual um chafariz. Melou minha mão, molhou o forro da cama, gritou e disse que nunca tinha gozado tão gostoso na vida dela. Pronto: estava viciada em dar o rabo. Sempre que a gente transava, ela pedia pra levar no rabo. E eu quase nem gostava de meter nele… kkkkkkkkkkkkkk

Numa certa ocasião, um amigo meu, professor, começou a pegar uma amiga dela, a Aninha, e como ele também era casado, a gente combinava tudo escondido e sempre estávamos em dupla, num barzinho ou algum lugar mais reservado. Um dia, a gente combinou de ir no motel, cada um em um quarto, porque Aninha não topou meter com alguém olhando. Porém meu amigo teve uma reunião na escola e disse que iria atrasar. Ficamos no carro, próximo à escola esperando por ele. Como naquela época ainda não existia o tal do celular, fui até a escola e conversei com ele. Pediu meia hora, e iria nos encontrar. Comecei a dar uns amassos em Claudete dentro do carro e Aninha só olhando. Resolvi arriscar e escorreguei uma das mãos em sua perna. Ela ficou quieta, só colocou a mão em cima da minha. Fui descendo por entre as coxas sem resistência. Ela estava de minissaia e abriu um pouco as pernas e comecei a acariciar a xerequinha dela, por cima da calcinha. Beijando e esfregando em Claudete no banco da frente, cheguei a calcinha de Aninha pro lado e meti dois dedos na xereca meladinha. Cochichei no ouvido de Claudete:

– Vamos pro motel.

Ela:

– E Aninha?

– Já estou com dois dedos enfiados na buceta dela, olha lá.

Ela olhou e topou ir pro motel. Chegamos lá, fomos pro quarto, deitamos e começamos as safadezas. Eu sempre puxando Aninha pra perto e ela tirando minha mão. Enquanto eu e Claudete estávamos num 69 bem safado, ela levantou e foi no banheiro. Voltou logo em seguida e deitou do nosso lado de novo. Tentei mais uma vez passar a mão nela e ela novamente tirou a minha mão das pernas dela.

Aí começamos a fuder, Claudete gemendo no kct e Aninha de olhos fechados, esfregando as pernas uma na outra, denunciando o tesão que estava acumulado ali. Meti em Claudete de quatro e olhando bem fixo pra Aninha falei: olha só a sua amiga levando kct, vem também… E ela permaneceu quieta.

Claudete já tinha gozado umas 3x e estava cansada então falei baixinho pra ela: vai no banheiro que vou tentar comer sua amiga. Dito e feito. Claudete saiu, me aproximei de Aninha, apertando seu corpo no meu e beijei sua boca. Foi a senha pra abrir aquelas coxas grossas e levar dedada na buceta.

Fiquei chupando os seios dela um pouco, mexendo e dedilhando a buceta dela (e que buceta grande, greluda!!!). Levei meu kct perto da boca dela, ela virou de lado e não quis chupar. Me posicionei entre as pernas, pincelei o kct na portinha e fui metendo, com ela de olhos fechados. Claudete acompanhava tudo da porta do banheiro, peladinha, com cara de safada… Claudete se juntou a nós e ficou acariciando meu saco, enquanto eu metia em Aninha. Acho que o tesão de Aninha era tanto que quando meti mais forte e dei umas três socadas mais fortes, ela gozou, mas gozou muito, me espremendo entre as pernas e tremendo. Aí me empurrou de cima dela, falando que não devia ter deito isso, que ela era namorada do meu amigo, etc. Levantou e foi pro banheiro. Kkkkkkkkkk

Claudete mais que depressa, abocanhou meu kct e metemos mais, com ela por cima, com o kct atolado no cuzinho. Aninha ficou na porta do banheiro só observando a amiga cavalgar meu kct e levar no rabo.

Terminamos a foda, tomamos um banho e fomos embora. Contei tudo pro meu amigo, que ficou puto porque não pôde ir. Mas como eram só aventuras, nem ficou com raiva de mim.

Minha relação com Claudete estava ficando meio arriscada, por causa do namorado e do coroa. Sempre a gente tinha que andar à espreita, pra não passar por onde um dos dois pudesse estar.

Num belo fim de semana, correu o boato na cidade, de um cara que flagrou a namorada com um coroa e perseguiu o carro deles. Teve até tiroteio, com o namorado atirando no outro carro, querendo acertar o coroa.

Adivinhem quem eram os personagens do tiroteio?

E assim, ela teve que mudar da cidade, me deixou na saudade. Foram ótimas fodas, meses e meses fudendo de tudo que é jeito. A última notícia que tive dela é que tinha se casado, dois filhos e morava em Uberlândia/MG, mas não vinha aqui mais, nem pra visitar os pais.

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