Meu Irmão Caçula

Olá! Meu nome é Katia, tenho 23 anos, solteira, e neste relato, estarei contando um fato que aconteceu a muitos anos atrás.

Pedro, meu irmão caçula, tinha 16 anos na época, um rapaz loiro, magro, levemente definido, olhos castanhos, 1,77m.

Eu estava com 18 anos, loira, 1,70m, meus seios eram médios, e um bumbum grande, eu diria, não sendo convencida, mas eu chamava a atenção dos meninos.

Contudo nossa relação era ótima, éramos inseparáveis, crescemos juntos, e não havia malícia entre nós.

Por eu ser a irmã mais velha, quando eramos menores, eu cuidava dele, então, nos conhecíamos no sentido de que, ele já tinha me visto sem roupa, eu também já o tinha visto pelado, então, não nos importávamos muito com isso. Entretanto, em um determinado fim de semana, o inesperado aconteceu.

Sexta-feira, de manhã, eu acabei não indo para a escola por preguiça mesmo, e meus pais chegaram até mim e disseram que eles iriam viajar e voltariam no Domingo, de manhã, e que era para eu cuidar da casa e do Pedro, meu irmão, que até o momento estava na escola. Eu concordei, e eles pegaram as coisas e saíram.

A tarde, meu irmão chegou da escola, todo suado, com fome, e já perguntou pelos nossos pais, e eu contei o combinado, mas ele não deu muita importância e foi tomar um banho, e quando terminou foi para o seu quarto e lá ficou.

Quando anoiteceu, umas 19:30h, eu resolvi pedi uma pizza para nós, então, liguei lá, fiz o pedido, avisei o Pedro de que o entregador chegaria umas 20:00h, e fui tomar um banho.

Logo, o entregador chegou, o Pedro foi atender e pagar a pizza e eu cometi o descuido de sair do Banho só com a toalha no meu corpo, pelada, e com uma toalha enrolada no cabelo.

Deitei no sofá, o pedro passou por mim, foi para a cozinha, e eu fiquei assistindo TV, até que eu cochilei no sofá, e neste momento me surpreendi.

Comecei a sentir uma respiração ofegante perto de mim, então, abri bem pouco os meus olhos, fingi que estava dormindo, vendo tudo o que estava acontecendo, mas confesso que fiquei sem reação no momento. Meu irmão caçula, ajoelhado do meu lado, apoiado no sofá, com uma das suas mãos na minha vagina, e a outra batendo punheta, todo alucinado, a toalha aberta vendo todo meu corpo, eu fiquei olhando ele até a hora que ele gozou.

Então, ele olhou para mim, meio assustado, rapidamente, já pegou um paninho lá, limpou a gala e correu para o quarto. Eu levantei do sofá, fui para o meu quarto e fiquei pensando naquela situação, mas foi muito estranho, ao mesmo tempo que eu tinha um remorço, eu ficava excitada com tudo aquilo, meu irmão sentindo desejo em mim, mas não fiz nada, apenas tranquei a porta do meu quarto e fui dormir.

No outro dia, no Sábado, de manhã, eu não parava de pensar naquela situação, e estava tão agitada, tão excitada, que comecei a provocar meu irmão para ver como ele reagiria, hoje eu penso porque eu fiz isso, contudo, levantei, só de calcinha e sutiã, e fui ao banheiro, e para minha surpresa, ele estava lá.

Entrei no banheiro, ele estava sentado no vaso, e eu entrei toda intrometida:

– Deixa eu escovar os dentes rapidão Pedro?

– Já entro né.

Daí deixei a escova cair de propósito, para poder empinar a bunda para ele, abaixei pegar e ele todo firme ali, até que eu tive a brilhante idéia de tomar banho.

– Pedro, eu vou tomar banho, está muito calor né?!

– È… ( meio entusiasmado, meio intrigado)

– Já terminou aí?

– Já!

– Quando sair, fecha a porta.

– Beleza!

Só que eu percebi que ele deixou a porta entre-aberta, e ele ficou me espiando, daí eu não sei o que passava na minha cabeça, eu queria e ao mesmo tempo era proibido, sentimento de culpa e excitação, comecei a dar um show no banheiro; esfregava meus peitos, rebolava, passava o sabonete no bumbum, na vagina, agachava para pegar o sabonete e enfim.

Até que um determinado momento, eu de costas para a porta do banheiro, eu abri bem minhas pernas e abaixei para pegar a esponja, quando senti duas mãos segurando forte a minha cintura, quando olhei, era o Pedro, todo fora de si, com aqueles 14 cm duro rapidamente já forçando na minha vagina, quando pensei em falar para ele parar, já tinha entrado.

Eu comecei a ficar aflita, com medo daquela reação, só que também eu estava super excitada já com aquilo, e ele bombando firme, eu no começo disse para ele:

– Para, para, melhor não, para…

Mas ele nem ouvia mais nada, até a hora que eu comecei a ver ele como eu homem, então apoiei minhas mãos na parede, eles encurvou seu corpo apoiado nas minhas costas, e com as mãos nos meus seios, me puxava contra o pau dele, ele forçava o pau lá dentro, rápido e com força, não demorou muito ele gozou dentro, muita porra, sentia aquilo quente dentro de mim e escorrendo na minha buceta.

Ele gemia muito, e a virilha dele batendo contra mim, ele passava a mão em todo meu corpo, puxava meu cabelo, eu ficava mais excitada ainda.

Quando terminou, ele tirou o pau e saiu rapidamente dali, quando acabou a agitação, veio em nós um sentimento de nojo, de culpa, foi gostoso, mas acabou ali, depois disso, não olhei meu irmão do mesmo jeito que antes eu via, fingimos aos nossos pais que nada aconteceu e ficamos tempo sem falar um com o outro.

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